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É MELHOR PEDIR PACIÊNCIA OU SABEDORIA?

É MELHOR PEDIR PACIÊNCIA OU SABEDORIA?

Pessoas maravilhosas, essa semana a dúvida que tomou meus pensamentos foi: em momentos tumultuados é melhor pedir paciência ou sabedoria? 

E assim, vamos a mais uma conversa sobre coisas que acontecem no nosso dia a dia.

Num dia desses, logo pela manhã (de madrugada mesmo) meus gatos vieram me acordar na cama pois eu havia esquecido de deixá-los pra fora de casa. E eu naquele estado de total sonolência passei a reclamar e a pedir paciência (estava exausta e nem era 5h ainda).

Até que uns dez minutos após eu ter levantado eu me recordei de uma frase que havia escutado há alguns meses atrás: se nós pedirmos paciência o Universo vai nos ouvir e nos colocar em situações conturbadas sempre. Por que? Para que possamos provar que temos paciência, afinal, foi isso que pedimos!

A mesma coisa acontece com a palavra NÃO, o nosso cérebro não a reconhece. Por exemplo, se eu pedir pra você não pensar numa maça verde…o que aconteceu? Você pensou na maçã verde!

O que fazer então?

Devemos pedir sabedoria e discernimento para que diante das situações que nos envolvemos ou nos vemos envolvidos ao longo do dia saibamos qual o melhor pensamento e atitude com relação à ela.

Jamais colocar a palavra não em nossas frases: “não farei com meus filhos o que fizeram comigo”; “não serei um marido ruim”; “não deixarei meus amigos” etc.

A própria física quântica explica isso dizendo que:  quando estamos pedindo por algo, estamos emanando a falta daquilo para o Universo e assim, o que emanamos é o que recebemos.

O que você tem pedido tem sido proporcional ao que tem recebido?

Você tem pedido da forma correta, agradecendo por aquilo que deseja ou você está sempre focando na reclamação e na escassez, naquilo que ainda não tem?

Você tem emanando abundância e gratidão?

 

Márcia Rafael

Master Coach - FEBRACIS Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico e Florida Christian University; Palestrante autorizada curso e treinamento O PODER DA AÇÃO; Mestre em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP); Ex-Professora de graduação e pós-graduação nos cursos de Direito e Administração da Faculdade Maringá em Maringá-PR, UNIFAMMA – Maringá e FAPAN – Paraíso do Norte; Ex-Juíza Leiga no Juizado Especial Cível e Criminal na Comarca de Bataguassu-MS.; Professora convidada da pós-graduação em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho da Faculdade Univel, Cascavel-PR; Advogada trabalhista há 22 anos; e Instrutora de Cursos na Associação Comercial e Industrial de Maringá (ACIM). Autora do Livro: Evolução do Direito do Trabalho. Alterações legislativas e perspectivas. Curitiba: Juruá, 2005; e Co-autora do livro: Remuneração e jornada de trabalho. Curitiba: Juruá, 2006.

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