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PARA TUDO QUE EU QUERO DESCER!

PARA TUDO QUE EU QUERO DESCER!

Quem nunca olhou pra sua vida e pensou: “para tudo que eu quero descer?

Num dia desses uma mulher incrível (ela ainda não sabe o quanto ela é incrível) me disse que o seu maior sonho era se tornar invisível, ela simplesmente queria ser esquecida.

Quantas vezes ao longo da vida você já se sentiu assim? Eu nem sei dizer quantas vezes isso já aconteceu comigo.

Mas seria esse o caminho, caso fosse possível? Será que realmente os nossos problemas e medos seriam resolvidos com tal realização?

A correria do dia-a-dia, a cobrança dos filhos, amigas, o empreendedorismo e a sociedade dizendo que somos super mulheres, que damos conta de tudo e ainda devemos estar bonitas, cheirosas e bem humoradas.

Por muito tempo isso me abateu muito, porque quanto mais eu queria ser igual a “Maria” ou a “Joana” mais infeliz eu ficava e mais eu me afastava de mim.

Logo que minha primeira filha nasceu (há 11 anos atrás) eu tive depressão pós-parto, coisa que eu nunca imaginei que pudesse acontecer comigo. Entender a doença, aceitar tomar os remédios, aprender a cuidar de mim e de um bebê recém nascido, longe de toda a minha família pareceu o fim da linha. Mas foi ali, na minha fragilidade de um caminho de autoconhecimento iniciou.

Percebi que ao longo da vida nós vamos “vestindo roupas” que não são nossas. Representamos papéis que nos são dados, a menina estudiosa, a menina bonita, a menina líder, a menina quietinha, a menina bagunceira, a menina que dá trabalho, dentre muitos outros.

Quando eu consigo olhar para tudo isso com amor, com respeito e entendo que tudo foi necessário para minha evolução, para eu estivesse aqui e agora, fazendo o que faço eu aprendo a acolher essa dor e essa culpa.

Há coisas que podemos mudar na nossa vida, mas há coisas que não podemos. Por exemplo: eu não posso mudar o fato da minha depressão pós-parto, mas posso olhar pra isso como algo que me fez despertar para a vida, como uma escolha entre me entregar para a doença e resolver viver intensamente.

Essa é a diferença entre culpa e responsabilidade. Talvez você também não teve culpa do que aconteceu com você no passado e está tudo bem. Dói, machuca, mas já passou. Agora a responsabilidade de como você vai se comportar e reagir ao que lhe aconteceu, daqui pra frente, isso sim é sua RESPONSABILIDADE.

Por isso que a missão que todas nós temos em comum é nos DESenvolvermos. Isso mesmo, tirar essas máscaras, essas feridas, essas capas e perder o medo de brilhar! Perder o medo de SER QUEM NASCEMOS PRA SER!

E pra que isso aconteça o primeiro passo é parar de resistir, de lutar contra tudo e todos, mas principalmente de parar de brigar comigo. É preciso aceitar as minhas imperfeições, aceitar que eu não tenho que ser ótima em tudo, posso chorar, posso cansar, posso descansar.

E se você sente que não consegue sozinha, vem comigo, eu posso te ajudar.

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Márcia Rafael

Master Coach - FEBRACIS Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico e Florida Christian University; Palestrante autorizada curso e treinamento O PODER DA AÇÃO; Mestre em Direito do Trabalho pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP); Ex-Professora de graduação e pós-graduação nos cursos de Direito e Administração da Faculdade Maringá em Maringá-PR, UNIFAMMA – Maringá e FAPAN – Paraíso do Norte; Ex-Juíza Leiga no Juizado Especial Cível e Criminal na Comarca de Bataguassu-MS.; Professora convidada da pós-graduação em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho da Faculdade Univel, Cascavel-PR; Advogada trabalhista há 22 anos; e Instrutora de Cursos na Associação Comercial e Industrial de Maringá (ACIM). Autora do Livro: Evolução do Direito do Trabalho. Alterações legislativas e perspectivas. Curitiba: Juruá, 2005; e Co-autora do livro: Remuneração e jornada de trabalho. Curitiba: Juruá, 2006.

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